Soilwork

23 de jan de 2010

Hi !!! Aqui é o Bolacha na área !!! Demorou, mas saiu. Este é o meu primeiro de muitos posts (assim espero hehe), e como estou perdendo a virgindade agora (ui), é com grande prazer que lhes trago o Soilwork. Com o tempo verão que a minha especialidade (se é que isto pode ser dito) é o Death Metal Melódico, ou “Sweden Teams” se assim preferem dizer, então nada mais justo do que divulgar esta banda que é uma das principais a fazer jus a frase "Na Suécia existe metal!!!" E como existe.

Até o próximo post. \o/


O Soilwork foi originalmente formado em 1995, sob o nome Inferior Breed. Nesta época, a banda contava com Peter Witchers (guitarra), Jimmy Persson (bateria), Björn Strid (vocal), Mattias “Nizze” Nilsson (guitarra) e Carl-Gustav Döös (baixo). Com esta formação, a banda investia numa veia mais crua e pesada, na linha de bandas como Slayer e Pantera. Mas a partir de 1996, o som do Soilwork começou a ser mais direcionado às melodias, sem deixar de lado o peso “forte” do death metal.

Esta mudança na sonoridade acarretou algumas mudanças na formação da banda: Mattias Nilsson e Carl-Gustav Döös deixaram a banda. Peter Witchers torna-se o responsável também pelo baixo, Luvid Svartz passa a ser o segundo guitarrista. Com esta formação, a primeira demo foi gravada, intitulada “In Dreams Will Fall Into Eternal Lake”, possuindo cinco músicas. Este material foi enviado às gravadoras, chegando às mãos de Mike Ammot (Arch Enemy), em sua loja de discos em Helsingburgo (Suécia). A fita rodou todos os selos locais. Nesta mesma época, a banda estava em busca de um baixista fixo; o posto acabou ficando com Ola Flink.

Com a ajuda de Mike Ammot, o Soilwork chegou até a francesa Listenable Records, assinando contrato para o lançamento do primeiro álbum da banda. Foi assim que a banda entrou no estúdio Fredman (de Fredrik Nordström), para preparar o ‘debut’ “Steel Bath Suicide”. A formação que gravou este primeiro registro: Björn Strid (vocal), Peter Witchers e Ludvig Svartz (guitarras), Ola Flink (baixo) e Jimmy Persson (bateria). Após gravarem o álbum, o Soilwork entrou em conflitos por causa da sonoridade da banda, o que ocasionou a saída de Ludvig Svartz e Jimmy Persson, substituídos respectivamente por Ola Frenning e Henry Ranta.

Com esta nova formação, a banda excursionou na Europa ao lado de bandas como Krisiun, Darkane e Naglfar. Logo no início de 1999, o Soilwork entrou novamente no estúdio Fredman para gravar o seu novo trabalho: “The Chainheart Machine”, lançado em outubro do mesmo ano. Após as gravações, a banda fez pequenas turnês ao lado de nomes como Cannibal Corpse, Dark Tranquillity e Marduk. Nesta época, a banda teve a sua primeira passagem pelo Japão.

Para um próximo disco, o Soilwork optou por um lançamento via uma gravadora maior, assinando com a Nuclear Blast. O terceiro álbum foi novamente gravado nos estúdios Fredman, intitulado “A Predator’s Portrait” (que aliás, foi o primeiro álbum que comprei deles hehe). O novo disco do Soilwork inovou pela presença (primeira vez) de vocais limpos por parte de Björn. A turnê, em 2001, foi ao lado de nomes como Annihilator e Nevermore, além de uma participação no festival Wacken Open Air, do mesmo ano.

Ao lado do produtor Devin Townsend, novamente no estúdio Fredman, foi registrado o álbum “Natural Born Chaos”, lançado em setembro de 2002. A banda continuou investindo no death metal melódico responsável por todo o sucesso do Soilwork até então. O disco recebeu ótimas críticas e foi eleito como uma das obras primas do Death Metal Melódico.

No ano de 2003 foi lançado o sucessor "Figure Number Five", produzido pela própria banda e com uma das melhores qualidades sonoras obtidas na carreira da banda. Não recebeu todas as críticas rasgadas como seu antecessor, mas também teve sucesso, satisfazendo os fãs e por pouco escapando da malha da crítica especializada.
Em 2005 é lançado o disco é "Stabbing The Drama", disco severamente criticado por ser acusado de agregar influências do New Metal americano, pondo mais elementos modernos do que costumavam fazer em álbuns anteriores, mas ainda assim teve um grande sucesso entre os fãs, exceto entre os mais puritanos.

O sucessor do disco (e álbum mais recente) é "Sworn To A Great Divide" que não é um divisor de águas da banda, muito menos do gênero. Há pouca diferença em relação aos álbuns anteriores e, em comparação direta com “Stabbing The Drama”, pode-se dizer que o Soilwork está apenas um pouco mais agressivo.

De qualquer maneira, "Sworn To A Great Divide" é um álbum que merece respeito. É coeso, bem produzido, forte. As músicas trazem boas melodias e passagens interessantes, bem ao estilo europeu de ser. Por lá, aliás, o Soilwork já conseguiu seu espaço e tem um público grande.



Discografia:


Steelbath Suicide (1998) – DOWNLOAD
The Chainheart Machine (2000) – DOWNLOAD
A Predator’s Portrait (2001) – DOWNLOAD
Natural Born Chaos (2002) – DOWNLOAD
Figure Number Five (2003) – DOWNLOAD
Stabbing The Drama (2005) – DOWNLOAD
Sworn To A Great Divide (2007) – DOWNLOAD

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